Colossenses – parte 3 (aula de 21/08/2011)

[por Maria Cristina Gomes]

Capítulos 3 e 4 – Esboço

VI – Exortação à santidade e ao amor fraternal – 3.1-17.

VII – Exortação quanto aos deveres domésticos, à oração, e às relações sociais – 3.18 a 4.6

VIII – Conclusão e saudações – 4.7-18.

Paulo volta em Colossenses 3:1-4 a afirmar a suficiência de Cristo e a supremacia das coisas lá do alto. É notável que em contraste com proibições e ordenanças aqui, ele exorta os irmãos a colocarem suas mentes nas coisas lá do alto.

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Purgatório – Porque o negamos

Esta pergunta foi formulada pela aluna Geralda Francisca, durante as aulas do terceiro módulo de 2011, por ocasião do estudo sobre a carta paulina de II Timóteo, em vista das questões abordadas sobre A Ressurreição. Vejamos de onde surgiu essa doutrina e qual o argumento católico para sustentá-la.

A doutrina do Purgatório é um dos dogmas católicos mais conhecidos e contestados pela igreja protestante

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II Timóteo – Parte 1 (aula de 02/10/2011)

II Timóteo é a última das 3 epístolas pastorais e possivelmente a última carta ou livro escrito por Paulo, durante o segundo aprisionamento em Roma. Dessa vez, a situação é mais crítica e é notável que o apóstolo não tem grande esperança de libertação, diferente da primeira. Mas mesmo assim, Paulo encontra forças para incentivar Timóteo no seu ministério e para dar novas orientações doutrinárias.

Timóteo com sua avó Loide (quadro de Rembrandt)

Acompanhe conosco mais esta aula, na carta final do grande apóstolo.

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Manuscritos do Mar Morto agora disponíveis em versão digital

Os Manuscritos do Mar Morto (ou Manuscritos de Qumran) são uma série de centenas de pergaminhos e fragmentos de documentos encontradas ocasionalmente por um pastor de cabras, em 1947. Estes pergaminhos se tornaram a mais significativa descoberta arqueológica do século 20, especialmente para judeus e cristãos, pois até essa descoberta os escritos mais antigos da Bíblia até então (o chamado “Texto Massorético“) datavam do século nono, o que dava margem para que contestadores da veracidade Bíblica levantassem desconfiança sobre a origem e confiabilidade dos escritos. Após a descoberta, percebeu-se que os escritos originais, que datavam de mais de mil anos anteriores ao Texto Massorético, tinham pouquíssimas diferenças em relação à Bíblia usada pelos judeus, o que atestou o quão fidedigna a Bíblia é.

Os Manuscritos de Qumran são a mais importante descoberta arqueológica do Século XX, além de serem uma prova contundente da fidelidade do texto Bíblico

Embora seja uma descoberta antiga, o acervo de pergaminhos e fragmentos foi mantido sob sigilo por parte do Museu Nacional de Israel até 1991, quando enfim foi liberado para estudo em outros centros universitários pelo mundo, na forma de microfilmes, mas ainda assim eram dados que só podiam ser acessados por um círculo fechado de pessoas. Os originais são mantidos num cofre no interior de um edifício em Jerusalém, construído especialmente para abrigar os manuscritos. O acesso a eles exige pelo menos três chaves diferentes, um cartão magnético e um código secreto.

A grande novidade, porém, foi noticiada na última semana de setembro de 2011, onde, através de um projeto lançado pelo Museu Nacional de Israel e pelo Google, alguns dos famosos manuscritos foram disponibilizados na internet, com o objetivo de torná-los acessíveis a todos por meio da rede. Os internautas poderão pesquisar imagens em alta resolução, procurar passagens específicas, aproximar as imagens e traduzir versos para o inglês. O compêndio digital já disponível inclui o livro de Isaías, o manuscrito conhecido como “rolo do Templo” e mais outros três. Claro que para esta tarefa, todo cuidado é pouco, afinal são documentos únicos já fragilizados pela deterioração natural e mal podem ser fotografados. O processo de digitalização envolveu ex-cientistas da Nasa e uma câmera avançada de US$ 250 mil desenvolvida em Santa Barbara, na Califórnia, que permitiu aos pesquisadores distinguir palavras e outros detalhes que não são vistos a olho nu. A conclusão da digitalização de todos os documentos que podem passar por este processo deve terminar em 2016.

Veja os manuscritos já liberados em  http://dss.collections.imj.org.il/

[Fonte: Agência Estado]